segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Folha de São Paulo destaca a vitória do Deputado Henrique

Destaque da folha:



O jornal conta ainda ainda, resumidamente, a história política do deputado-candidato:


  

1948 – RIO DE JANEIRO: Filho do então deputado federal Aluizio Alves (UDN), Henrique Eduardo Alves nasce no Rio de Janeiro, onde seu pai exercia o seu mandato, em 9.dez.1948

1960 – PAI GOVERNADOR: Aluizio Alves (foto) adere ao PSD e se elege governador. Em 1966, é eleito deputado federal pela Arena e vai para Brasília, onde Henrique começa a cursar direito

1969 – COMEÇO DA CARREIRA: Adversários de Aluizio na Arena convencem os militares a cassá-lo em 1969. Henrique se filia ao MDB de Ulysses Guimarães e é eleito deputado federal em 1970

1980 – COM TANCREDO: É reeleito à Câmara em 1974 e 1978. Com o fim do bipartidarismo, em 1979, toda a sua família troca o PMDB pelo PP de Tancredo Neves. Em 1982, contudo, o PP se funde com o PMDB, e todos voltam à legenda

1992 – DUAS DERROTAS: Reeleito em 1986, concorre à eleição para prefeito de Natal em 1988, mas perde para Wilma de Faria (PDT). Em 1992 disputa contra sua irmã Ana Catarina (PFL), mas os dois perdem para Aldo Tinoco (PSB)

1995 – VICE: Na gestão de Itamar Franco (1992-1994), seu pai volta a ocupar um ministério. Henrique Alves torna-se vice-líder do PMDB na Câmara (1995-2001) e vice-presidente nacional do PMDB (1996-1998)

2001 – SECRETÁRIO: De 2001 a 2002, Henrique Alves deixa pela primeira vez a Câmara para ocupar o cargo de secretário de Governo do Rio Grande do Norte, na gestão de seu primo, Garibaldi Alves Filho (PMDB)

2002 – QUASE VICE DE SERRA Após declarações de sua ex-mulher de que teria enviado US$ 15 milhões ao exterior, José Serra (PSDB) rejeita seu nome para ser vice ao Planalto. Reelege-se deputado

2004 – ADESÃO A LULA: É um dos principais articuladores da aliança entre PT e PMDB, selada em 2004 com a concessão de ministérios do governo Lula aos peemedebistas

2012 – CHOQUE COM DILMA: Torna-se líder do PMDB na Câmara em 2007. Em 2012, articula a aprovação das propostas dos ruralistas para o Código Florestal, vetado parcialmente por Dilma


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